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Escritos meus

A Perfeição Não Vem Antes: ela se constrói no caminho.

dezembro 26, 2025 by Veridiana Lopes Nenhum comentário

Antes de qualquer conquista existe um movimento — e antes de qualquer movimento existe uma decisão.
Nenhuma ideia, por maior que seja, transforma-se em vida enquanto estiver trancada dentro da mente, protegida pela desculpa da perfeição. Entre o que desejamos e o que realmente acontece existe uma ponte feita de tentativas, ajustes e coragem. E nessa travessia, o que nos impulsiona não é o medo de errar, mas sim o desejo incontornável de ver nascer aquilo que só nós sabemos o tamanho.

O mundo não está interessado nos temporais que você enfrentou. Ele quer saber se você trouxe o navio.”

Muitas vezes pensamos:
— Ah, já que não sou perfeito, meus erros podem ser justificados.

Mas não é disso que tratamos aqui.
Este capítulo fala de estratégias e planejamento, não de desculpas.

Se passarmos a vida justificando nossas falhas, é provável que terminemos frustrados e desmotivados.
Em vez disso, o pensamento poderia ser outro:

“Já que não sou perfeito, farei o melhor que eu puder — para alcançar o melhor resultado possível para a minha vida.”

Não existe fórmula mágica para atingir objetivos.
Em algum momento, você tomará uma decisão,
essa decisão o levará a uma ação,
e dessa ação virão resultados e consequências.

Não se iluda: na primeira tentativa você dificilmente vai acertar os números da loteria, encontrar o pote de ouro ou acordar às dez da manhã com seu café na mesa, ovos fritos na manteiga e todas as guloseimas preparadas por um funcionário seu.

A vida, meu caro, só é realmente compreendida quando a força exercida sai de nós.

Vou explicar.

Se você está carregando um saco de cimento e, diante de si, o único caminho é uma ladeira íngreme — em dia de chuva, ou sob o sol ardente do meio-dia, com dor no ciático e poucas horas antes de buscar seu filho na escola — faria algum sentido alguém que nunca fez metade do seu esforço dizer:
— “Nossa, eu entendo o que você está passando.”

Você concorda que somente quem executa de fato determinada tarefa é capaz de compreender e medir o nível desse esforço?

É como a dor — ou qualquer sentimento abstrato: só compreende quem sente.

Com esse exemplo, entendemos que a perfeição não é o requisito principal quando estamos realizando algo que precisa ser feito.
O que realmente importa é o quanto queremos ver nossa meta concluída, mesmo que o planejamento não tenha sido impecável.


Perfeição: palavra que pesa

A definição de perfeição é:

O mais alto nível numa escala de valores.
Excelência no mais alto grau.

Perceba como as palavras carregam significados profundos. Muitas vezes, fantasiamos esses significados e, sem perceber, transformamos conceitos em monstros que nos paralisam, simplesmente porque não compreendemos o que realmente significam.

Não estou dizendo que somos ignorantes, mas que existem maneiras simples e práticas de tornar nossa visão mais clara, reduzindo medos, expectativas irreais e confusões internas.

Em algum momento da minha vida, compreendi que, quando entendo o conceito de algo, administrar situações e problemas se torna mais fácil.
Por isso, daqui para frente, não conclua — e não desista — sem antes entender o conceito, o significado das palavras e o objetivo do projeto.
A partir dessa base, decisões tornam-se mais seguras e eficientes.

O conceito de perfeição é tão profundo que, se nos guiarmos cegamente por ele, corremos o risco de não agir — medo de errar, medo de não ser suficiente, medo de não alcançar o que imaginamos.

Mas errar faz parte da tentativa de acertar — dentro de um contexto sério, responsável, intencional, onde buscamos o melhor, ajustando arestas e aprendendo com o ambiente e com as pessoas.


Entre fazer e não fazer

Uma vez ouvi de um chefe, em uma grande empresa:

“Prefiro pedir desculpas por ter feito, do que pedir desculpas por não ter feito.”

Não concordo totalmente.
Prefiro acreditar que “o combinado não sai caro” — ou, adaptando:
o planejado não sai caro, o calculado não sai caro.

Quando envolvemos pessoas, sentimentos e contextos, compartilhar e pedir ajuda facilita — e muito — o caminho.

Estou convencida de que o trabalho conjunto é mais eficiente do que ações isoladas guiadas por controle, vaidade ou busca obsessiva pela perfeição.
Esses impulsos, muitas vezes, travem resultados e impedem crescimento.

Por isso, faça uma autoanálise honesta:
estou atrapalhando o ambiente em que atuo?
estou sabotando meus próprios projetos sem perceber?

A busca pela perfeição — subjetiva, pessoal e inalcançável — pode estar apenas atrasando o primeiro passo.
Talvez a meta que você imaginou seja tão grande e tão formatada apenas na sua cabeça que ninguém mais consegue ajudá-lo — e, por isso mesmo, ela não acontece.

Vivemos em sociedade.
Ideias compartilhadas encontram caminhos.
Caprichos solitários costumam morrer na gaveta.


Expectativas, críticas e ação

Este capítulo é um convite para refletir:
estamos exigindo de nós algo tão grandioso e tão desconectado do mundo ao redor que acabamos sem agir?

Enquanto isso, somos julgados por quem nem sabe o tamanho da nossa meta, e corremos o risco de ter apenas concluído… sem nunca ter tentado.

Críticas, análises, julgamentos — tudo isso é humano.
Se existe, precisamos estar preparados para ouvir, filtrar, aprender e, quando fizer sentido, ajustar o projeto.

Não encare este capítulo como autoajuda.
É um chamado à responsabilidade e à autonomia.
Pare de justificar erros, dores e desistências.
Pare de justificar a falta de iniciativa.

Ninguém é perfeito.
Ninguém está livre de limitações.
Somos humanos — e isso significa estar em constante evolução.

Quando percebemos que a busca pela aceitação alheia nos paralisa, passamos a focar no alvo — e a mente torna-se livre para criar.


Conclusão

O que espero que você conclua é simples:

No momento em que você decidir iniciar os projetos que vivem apenas na sua mente, os pontos vão começar a se conectar.
As peças vão se ajustar no caminho.
A perfeição não antecede a ação — ela nasce do processo.

E tudo começa com um passo imperfeito em direção ao seu objetivo real.

Não é o perfeito que muda a sua vida — é o feito.

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Escritos meus

A vida e os desafios

by Veridiana Lopes Nenhum comentário

A vida vai se formando diante de nós e criando diferentes cenários, possibilidades e maneiras de enxergá-la.
Cada forma e cada caminho que precisamos percorrer nos ensinam lições e nos trazem técnicas que fortalecem nossa capacidade de sobreviver e de lidar com o mundo ao nosso redor.

Algumas situações nos decepcionam a ponto de nos tornarmos seres mais frios, menos sensíveis e descrentes de tudo e de todos.
Nosso instinto de sobrevivência nos ensina a ativar sensores que talvez jamais fossem despertados se não fossem as circunstâncias do cotidiano — seja uma decepção amorosa, uma demissão, a perda de um ente querido ou de um animal de estimação. Tudo, absolutamente tudo o que vivenciamos nos deixa uma marca, uma lição, um aprendizado — ou então nos torna mais fortes, atentos e concentrados.

Há pessoas que precisam viver momentos difíceis e conflituosos diversas vezes para perceber que a vida exige ação; outras aprendem na primeira queda. Bastou um dia de dor e, no seguinte, já acordam enxergando o mundo por um ângulo completamente diferente, conscientes de que a vida é real e que é preciso estar constantemente atento a cada passo que se pretende dar.

Sempre fui cautelosa e extremamente cuidadosa com minhas ações, mas nada disso me isentou de vivenciar dores profundas, derramar lágrimas e, por diversas vezes, acreditar que era o meu fim.
No entanto, a espécie humana é especialista em sobreviver e em desejar permanecer viva. Por isso, diante de cada problema, permiti-me viver o luto e a dor, e, no momento oportuno, me reinventei — e assim continuo caminhando.

Tenho certeza de que todos nós já enfrentamos ou enfrentaremos grandes desafios. Porém, é a maneira como lidamos com eles que revela o quão fortes e resistentes somos.

Enxergar problemas como oportunidades é a chave para o sucesso — e não falo do sucesso para o mundo, mas do nosso sucesso.
Nossas vitórias pessoais são muito mais significativas do que qualquer esforço feito para provar ao mundo o nosso valor.
E digo isso porque, para o mundo, nada do que fazemos será completamente suficiente — jamais será o bastante, jamais estará perfeito.
Mas quando o foco está em desenvolver soluções capazes de resolver problemas — nossos e dos outros — e não nos aplausos, afirmo: o sucesso já chegou até você.

Você terá convicção do que fez, das etapas que percorreu, do método que desenvolveu e das técnicas que aplicou. Não haverá dúvida ao defender aquilo que construiu.
E, quando opositores, concorrentes ou desafetos iniciarem suas críticas, você estará seguro(a): ninguém critica o que não foi feito, ninguém ataca o que não importa.
As pessoas criticam aquilo que, de algum modo, as afetou.

E é justamente nesse momento que sua roda não pode parar.
Não esmoreça.
Pelo contrário: mantenha os olhos abertos para identificar, nas entrelinhas das críticas, oportunidades para melhorar aquilo que só você tem o poder e o domínio de realizar.

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Escritos meus

Chuva de Outono

by Veridiana Lopes Nenhum comentário

Outro dia, algo simples aconteceu — e me atravessou.
Eu saía da academia quando começou a chover.
Era uma chuva fria, dessas que o outono traz de repente,
com o vento cheirando a folhas e despedidas.

Por instinto, eu deveria correr até o carro,
mas, por algum motivo, continuei andando.
As gotas caíam no meu rosto, nos meus cabelos,
e, pela primeira vez em muito tempo, eu quis apenas sentir.

Era como se aquela chuva lavasse algo em mim
— algo que eu nem sabia que precisava ser lavado.
O mundo ficou mais lento, o som ficou mais doce,
e o frio me fez lembrar que eu ainda estava viva.

Desde então, tenho pensado nisso.
Talvez fosse só uma chuva qualquer.
Ou talvez fosse a vida me dizendo, em silêncio,
pra parar de fugir de mim mesma.

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